sexta-feira, 30 de agosto de 2019
O poder da ilusão
sábado, 14 de março de 2015
Produtividade do trabalhador Brasileiro perdendo terreno
Estamos caminhando para frente, PORÉM MUITO MAIS DEVAGAR DO QUE OUTROS PAÍSES.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Casca de amendoim atrasa o Desenvolvimento do Brasil

Fernando me contou que participou, em Mogi das Cruzes, de uma competição de natação onde estavam presentes alguns atletas da Universidade do Texas.
“Eu era um jovem ignorante e não sabia...”.
“Ao observar um americano comendo amendoim e colocando as cascas no bolso do blusão, eu pensei comigo mesmo: Este cara deve ser louco. Porque não joga no chão? Tá sujo, mesmo... tem até resto de sanduiche na arquibancada, que diferença faz uma casca de amendoim a mais?”.
“...Este evento marcou minha vida para sempre. Hoje, depois de 40 anos, ainda vejo o americano guardando as cascas no bolso do agasalho e depois da competição, jogando as na lata do lixo...”
“Aquela cena foi o meu despertar para o significado de cidadania. Acabou com minha arrogância tupiniquim... Senti-me cidadão de um país subdesenvolvido”.
Fernando, infelizmente, não mudamos muito! Continuamos um país de ignorantes que continuam jogando “cascas de amendoim no chão” por que todo mundo faz isto...
“Se eles podem, porque eu também não posso?”.
Esta nossa visão subdesenvolvida de que uma “casca de amendoim” não significa nada perante o “lixo que vemos espalhado pelas nossas instituições” gera acontecimentos como jovens parando em vaga de idoso, políticos fraudando licitações como em Dourados, panetones do Arruda, Mensalão do PT, quebra do sigilo dos dados da Receita, gastos absurdos com horas-extras pelo Congresso, eleitor alienado votando em tiriricas...
Convivemos com tanto “lixo” que acreditamos que nos tornaremos um país desenvolvido, mesmo praticando o princípio que uma “casca de amendoim a mais, num chão sujo, não muda nada...”.
Acorda Brasil.
Tá na hora de remover o entulho criado pelo nosso próprio voto.
Não podemos continuar dormindo eternamente... O berço é esplendido, mas está poluído, imundo, nojento, por nossa causa...
domingo, 1 de novembro de 2009
O preconceito e o desenvolvimento

Não se iluda. O futuro será bem diferente.
Daqui a 50 anos, cenas atuais da violência urbana do Rio serão vistas com a mesma rupgnância que sentimos hoje quando vemos cenas passadas dos campos de concentração.
A consciência humana evolui exponencialmente.
Cinquenta anos atrás, o negro americano era totalmente discriminado, não frequentava a mesma escola do branco, nem poderia compartilhar com um branco do mesmo banco num ônibus.
Hoje, o presidente americano é negro.
A falta de ética, a corrupção na política, o comportamento vergonhoso de nossos senadores, a alienação da população com relação ao meio ambiente e a falta de cidadania serão vistas, no futuro, como vemos hoje, o primitivismo que imperava no velho oeste americano.
A cena da universitária que saiu da sala de aula da Uniban de São Bernardo do Campo, escoltada por policiais e hostilizada por centenas de alunos, é a manifestação deste subdesenvolvimento que ainda reina em nosso país.
Este comportamento primário, machista, esta falta de respeito ao “diferente” retrata bem a nossa consciência coletiva subdesenvolvida...
Infelizmente, estes universitários não se manifestam, com a mesma paixão, contra a corrupção, contra a pobreza, contra a mediocridade...
A adolescência da consciência coletiva não vai durar para sempre. Mesmo no Brasil da lei de Gerson, no Brasil do jeitinho, no Brasil do “isto não é problema meu”...
Vamos amadurecer como sociedade!
Nossa cultura é o maior obstáculo a aceleração do crescimento.
Infelizmente, nossas universidades continuam dando provas que não entenderam que seu papel mais importante é o de desenvolver líderes capazes de inspirar jovens na construção de uma sociedade mais justa, mais humana e mais digna.

