segunda-feira, 18 de maio de 2020
Nova Estratégia ou o Caos e Sofrimento
domingo, 6 de outubro de 2019
Década perdida... pobre Brasil...
Nosso crescimento nos últimos 10 anos é uma VERGONHA.
Quando aprenderemos a votar certo?
....
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Quando alguém ganha em detrimento de outro, a longo prazo todos perdem.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Reflexões sobre a Vida e a Morte
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Pagar Impostos ou Salários?
domingo, 26 de abril de 2015
Um exemplo a ser copiado: Ensinar para aprender
segunda-feira, 30 de março de 2015
Gestor Bom Caráter Dá Melhor Resultado
- que se posicionam pelo que é certo,
- expressam preocupação com o bem comum,
- praticam empatia firme,
- expressam o desejo de deixar um mundo melhor do que encontraram.
- focados em si mesmos,
- manipuladores da verdade para benefício próprio,
- mais preocupados com seus próprios resultados financeiros,
- mentirosos. Não cumprem o que prometem.
- O papel de um gestor é dar bons resultados.
- Para dar resultados o gestor precisa SER e PARECER para sua ORGANIZAÇÃO como uma pessoa INTEGRA, RESPONSÁVEL, EMPÁTICA e que tenha COMPAIXÃO.
- Gestor Bom Caráter é 5 vezes mais eficiente
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Nova Zelândia: O paraíso na Terra
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Alguém está sentado neste banco?
terça-feira, 17 de abril de 2012
Somos todos iguais?

O que nos torna “Humanos”?
Valores? Que valores possuíamos, se nossa autoconsciência era nula?
Neste estágio da evolução ÉRAMOS “ANIMAIS”. Não podíamos ser classificados como “HUMANOS”.
Em pleno século XXI existem muitas pessoas retardadas no seu desenvolvimento. Não conseguem compreender o significado da vida, não se sensibilizam com os problemas de outros, só conseguem enxergar a si mesmo. Cometem atrocidades embalados pela ignorância e pelo sub-desenvolvimento.
A punição acelera o desenvolvimento do comportamento “Humano”?
A solução está na Educação e na melhoria das condições de vida da população. O problema é que muitas vezes, os responsáveis pela Gestão Pública não são tão “Humanos” para entender as responsabilidades da sua missão.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Cocô de cachorro, banheiro público e o IDH. Insensatez?

Tive um sonho.
Sonhei que o país era dirigido por "brasileiros de coração", não por oportunistas, vivaldinos e bandidos de plantão.
O presidente, os governadores, os senadores, os deputados, os prefeitos, os vereadores eram todos pessoas bem intencionadas e tinham somente um objetivo em mente: "Transformar o Brasil no melhor lugar da Terra para se viver". Alinhamento total. Sem conflitos políticos no entendimento da missão deles de "servidores" do povo brasileiro.
O principal indicador de performance do país era o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano. "Qualidade de Vida é o que importa". Toda criança, todo funcionário público, todo cidadão, se indagados, dariam a mesma resposta: "Estamos trabalhando para que o Brasil passe do 75o lugar no ranking mundial do IDH para o 1o lugar. Em apenas 20 anos!"
Todas as metas ligadas a Educação, Longevidade e Renda per Capita eram conhecidas e acompanhadas por toda a população. Todo cidadão sabia que tinha que fazer sua parte. Aqueles que não estavam alinhados eram rejeitados pela comunidade. Político oportunista ou incompetente era banido pelo próprio partido. A tolerância com a corrupção, com a criminalidade e com a cultura da mediocridade chegara ao fim.
O País do "jeitinho", O país da "Lei de Gerson", o país do "carnaval, do futebol e das mulheres de bunda fora", o país do "enriquecimento ilícito", o país das "igrejas caça-níqueis", o país do "me engana que eu gosto" estava fadado a dar lugar ao país que é "o paraíso na Terra".
Durante o sonho, comparações com outros países foi inevitável. O sonho virou um pesadelo.
Na Suíça encontrei praças públicas que tinham, a disposição das pessoas que passeavam com seus cachorros, sacos plásticos pendurados. O cachorro fazia cocô, o saco estava logo ali. Não há desculpas para não recolhê-lo.
No Canadá eu vi, num banheiro público, de rua, um cidadão enxugando a pia depois de lavar as mãos. A cultura dominante era: "Deixe como você encontrou, limpo! Outros irão usar este serviço".
Em vários países da Europa, encontrei, em todos os pontos de ônibus, o horário de chegada e saída, que era respeitado!
Na maior parte da Holanda, as casas não tinham muros, os jardins eram bem cuidados e a população não vivia com medo de ser assaltada a noite nos semáforos .
Na Suécia, o ciclo básico era de 9 anos, como o nosso, a diferença era que lá as crianças aprendiam e falavam inglês de verdade.
Na Universidade de Chicago, entrei numa sala enorme, vazia e que só tinha quadros na parede. Olhando mais de perto me dei conta que eram fotos de 73 professores, pesquisadores que por lá passaram e que tinham ganho o prêmio Nobel. (Isto só até o ano 2000). E no Brasil, nenhum prêmio Nobel, sala estava vazia, sem quadros na parede!!!
No Japão, assisti um documentário que relatava a ocorrência de 1 crime por semana. No Brasil 1 crime a cada 20 minutos... Lá 90% dos homicídios são solucionados, aqui menos de 5%... O comentarista disse com um sorriso nos lábios: "O país da impunidade tem como meta ser o 1o no ranking do IDH em 20 anos. Impossível... em 50 anos não estarão nem entre os 10 primeiros..."
Na Inglaterra, um menino de 14 anos comete um crime e vai para a cadeia como se fosse um adulto. Por aqui, um adolescente de 17 anos mata a vontade... Logo será liberado com a ficha limpa.
Acordei assustado e muito triste.
Por que razão não conseguimos acreditar que podemos mudar nossa realidade?
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Boas organizações são criações de seus participantes

Foram 13 dias caminhando.
Partimos de Pieterburen até chegarmos a Vorden. Fizemos 232 Km da trilha “Pieterpad”, que cruza a Holanda de Norte a Sul.
Todos as noites dormíamos em casas de famílias que destinam um ou dois quartos para quem faz esta trilha (tipo Bread & Breakfast para caminhantes). São acomodações cadastradas que você encontra no Guia de 163 páginas publicado pela Nivon. (infelizmente disponível somente em Holandês).
Na Holanda existem 40 Trilhas oficiais de Longa Distância (Lange Afstande Wandelpad, abreviação: LAW), sinalizadas, com guias ilustrados onde você encontra mapa por trecho, informações de cada região, endereço de acomodação etc.
Uma das maravilhas do primeiro mundo...
Caminhar na Holanda é uma maravilha: O país é plano, praticamente 30% fica abaixo do nível do mar. As trilhas são bem sinalizadas, mas você pode se perder se não ficar atento, principalmente nos pontos onde diferentes trilhas se cruzam. É muito seguro, as pessoas são atenciosas, a paisagem é linda, mesmo quando você cruza cidades. O ponto alto é a acomodação. Você dormirá, na maioria das vezes, em casas de aposentados cujos filhos se casaram e um ou dois quartos ficaram disponíveis. Eles adaptam a casa para receber “peregrinos”. O café da manhã é sempre muito bom e mais uma oportunidade de interação.
Em Hellendorn ficamos hospedados na casa de um casal supersimpático. Ele, nos “velhos” tempos era motoqueiro e adorava viajar. Eu disse que tinha um triciclo. Foi o começo de um longo papo que resultou num telefonema para o filho, que morava numa cidade vizinha, trazer sua moto para eu dar uma volta...
Em Schoonloo, quando cruzávamos uma fazenda, vi um avião da segunda guerra estacionado em frente de um casarão. Parei para conversar com o dono. Além de café com bolo, ganhei o direito de entrar no cockpit do avião tirar uma foto...
Numa outra cidade, fomos convidados a subir no telhado da casa para apreciar a vista da cidade...
Renda per capita, por si só, não é um bom indicador da qualidade de vida. Desenvolvimento de um povo e qualidade de vida de sua população incluem valores não mensuráveis como respeito e confiança no ser humano, cultura, amor ao trabalho, dignidade nas relações.
Em uma das casas que ficamos hospedados, ouvi um ditado que teve um impacto muito grande na minha maneira de ver as Instituições:
“Deus criou o mundo, nós, os Holandeses, criamos a Holanda”.
Ele tem toda razão.
Boas empresas (como ‘bons’ países) não acontecem por acaso.
São criações de seus participantes.
Parabéns a todas instituições cujos participantes, intencionalmente, trabalham para criar um ambiente melhor. Este é o caminho.
Participar. Sentir-se responsável.
Algumas fotos da nossa jornada: http://www.youtube.com/watch?v=ZIuSggOWnMg
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Os pássaros, a Liderança e a Evolução Institucional

Fernando voltou. Ficou 42 dias acampado em Jordão na Amazônia. Segundo ele, o objetivo “desta extravagância” foi o de vivenciar as convicções sobre o aprendizado do zoólogo Allan Wilson.
Para ser sincero, acredito que inventou uma boa desculpa para ficar tanto tempo pescando... De qualquer forma, a experiência que compartilhou conosco foi excepcional.
Apesar de tanta gente ainda acreditar na teoria criacionista (mas isto é outra história, veja “Deus, um delírio”, de Richard Dawkins), os seres vivos evoluem.
Tudo se passa como se possuíssem uma espécie de “relógio genético” inserido nos seus genes. Claro que nós, humanos, somos a espécie do “relógio” mais rápido.
Sabe qual é a segunda espécie mais evoluída?
A dos pássaros canoros!
Sim, esta espécie de pássaro teve uma evolução muito mais rápida do que prega a teoria tradicional: “as mudanças só ocorrem entre gerações, na medida em que as espécies bem-sucedidas se reproduzem com mais freqüência e a nova geração leva a frente os novos genes mais bem-sucedidos”.
Allan Wilson demonstrou que o comportamento daquela espécie, e não as mudanças ambientais, era a principal força propulsora da evolução !!!
Fernando, pescando e meditando ou meditando e pescando, fez uma associação muito interessante entre “ecologia” e “a liderança nas instituições”.
Se o objetivo é evoluir e crescer, as instituições precisam adotar um “comportamento” adequado!
O relógio da evolução depende mais do “comportamento institucional interno” do que do “meio ambiente”. Sem liderança visionária nenhuma instituição (empresa, universidade ou mesmo uma cidade) evolui.
Segundo, Fernando (plagiando Wilson), as instituições com relógio acelerado possuem 3 características:
1) Inovação: a capacidade ou potencial de inventar novos comportamentos, de desenvolver novas habilidades que lhes permitam explorar melhor o ambiente que vivem.
2) Propagação social: Toda instituição tem inovadores. A liderança precisa criar condições propicias para que haja uma comunicação, transmissão efetiva para toda a comunidade.
3) Mobilidade: A liderança precisa criar condições para que os indivíduos tenham a capacidade de se movimentar e fazer uso das novas habilidades. A forma mais efetiva disto ocorrer é o desenvolvimento do trabalho em equipes. O pensamento e o comportamento territorial é o maior símbolo do primitivismo institucional. É a opção pelo relógio que leva a extinção.
domingo, 9 de agosto de 2009
Nós também podemos?
Adaptação do discurso de Obama de 05/11/2008 para nossa situação
“O que os cínicos não entendem é que o chão IRÁ SE MOVER SOB sob eles...
... As discussões políticas mofadas que nos consumiram por tanto tempo não servem mais.
PRECISAMOS proclamar o fim dos sentimentos mesquinhos e das falsas promessas, das recriminações e dos dogmas desgastados que por tanto tempo estrangularam nossa política...
... Ainda somos uma nação jovem...
... Nossa jornada de tomar atalhos ou de nos conformar com menos PRECISA ACABAR...
... Chegou o tempo de reafirmar nosso espírito resistente; de escolher nossa melhor história; de levar adiante ESTE SONHO, essa ideia nobre DE JUSTIÇA, DE ÉTICA E COMPETÊNCIA NA GESTÃO PÚBLICA...
Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que NENHUM OUTRO.
Nossas mentes não são menos criativas, nossos produtos e serviços não menos necessários do que foram na semana passada, no mês passado ou no ano passado.
Nossa capacidade É MUITO MAIOR DO QUE A MAIORIA DOS BRASILEIROS IMAGINA.
Mas nosso tempo de repudiar mudanças, de proteger interesses limitados e de protelar decisões desagradáveis -- esse tempo certamente já passou.
... PRECISANOS nos ERGUER, sacudir a poeira e começar o trabalho de refazer O BRASIL....
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Líderes mediocres e a chuva

Chove, lá fora (como diria Fernando Pessoa)...
“Ótimo momento para reflexão”, digo a Walter e Fernando (o outro) ao pedir mais uma rodada de cerveja.
“É verdade”, suspira Walter, recém chegado dos States. “Estou de chefe novo. O cara é um texano boa gente, bonachão, gosta de olhar para a b... da mulherada, até parece brasileiro, mas como líder é mediocre. Prega gestão participativa, mas não tem noção do que fala. Não está percebendo o dano que vem causando no moral dos funcionários. Tentei conversar com ele o que eu entendia por gestão participativa. Indiquei a leitura de “A Stake in the Outcome”, “Leadership is an Art”, “Content Cow Gives Better Milk”. Vocês sabem, nosso be-a-bá… “
Após uma pequena pausa para molhar a garganta, continua o desabafo: “Falei sobre a importancia de todos os funcionários conhecerem os resultados financeiros da empresa, do “Glass Wall Management”, da implantação do “Business Balanced Scorecard”, cheguei a sugerir uma visita a Google e a Harley que fica a menos de 100Km de nossa empresa... Sabe o que ele fez? Me interrompeu dizendo que iria pensar no assunto e eu deveria sair, pois ele tinha uma reunião em 5 minutos.
No dia seguinte fui chamado no RH para falar com o gerente, um advogado que entende tudo de leis, mas nada de gestão. Ele LEU para mim, repito LEU 3 folhas de recomendações e disse que estava preocupado com ‘minha segurança’ “.
“O que você respondeu?”, fui logo perguntando, pois sabia do estilo pavio curto do meu amigo.
“Eu pensei na sua famosa frase: ‘Coragem, colega’ e escutei cabisbaixo, como se tivessem me intimidado. Eles gostam disto, de sentirem-se superiores... Vi que não valia a pena qualquer resposta, eles não tinham condições de entender... Quero continuar em Chicago. Esta gestão não vai durar muito... Vou ficar na minha... Antecipei minhas férias e, cá estou!”
Rimos e brindamos a isto como 3 adolecentes despreocupados e admiradores que somos de Bias, o filósofo: “Carrego comigo todos os meus bens!”
“Abaixo a mediocridade, com chuva ou sem chuva!”.
“Garçon, por favor, mais rodada...”
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Banheiro público: indicador para avaliar desenvolvimento

Tive a oportunidade de visitar muitas empresas.





