A ditadura não apenas mata pessoas, mas também os alicerces de uma sociedade humana.
Aqueles que negam esta verdade incontestável demonstram uma profunda falta de conhecimento, seja por ignorância, ingenuidade ou, mais grave ainda, por uma falha moral intrínseca.
Clamar por intervenção militar é, em essência, defender a supremacia da força bruta sobre a razão e o diálogo.
Embora sejamos seres dotados de intelecto, não podemos ignorar que ainda carregamos em nosso âmago vestígios hereditários de um passado primitivo, onde a lei do mais forte imperava e a sobrevivência dependia da capacidade de dominar pela força.
No entanto, como sociedade, estamos em constante evolução, desejando um estado de maior Humanidade.
Gradualmente, compreendemos que o verdadeiro progresso não reside na subjugação do outro, mas na cooperação mútua.
A vitória obtida à custa do sofrimento alheio é, na realidade, uma derrota coletiva a longo prazo.
Independentemente das convicções pessoais ou crenças, nenhuma ideologia que endosse a barbárie poderá prosperar ou se sustentar.
A humanidade, em sua jornada rumo ao futuro, não sobreviverá a si mesma se persistir na ilusão de que a solução para seus problemas reside no poder destrutivo das armas.
É imperativo buscar caminhos de entendimento, diálogo e construção coletiva, rejeitando veementemente qualquer retrocesso a métodos autoritários e violentos.
Somente assim poderemos conquistar um futuro promissor para as gerações futuras.
Montanari 28/05/2025
28/03/2025
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